Ponto de vista de Mara
Mesmo cercada pelo carinho dos gêmeos, mesmo com as mãos de Arthur e Apolo sempre me puxando para perto, eu ainda me sinto sozinha. Não é um tipo de solidão comum, daquelas que a gente sente quando está em um quarto vazio. É uma solidão sufocante, que nasce nos olhares, nas palavras não ditas, no peso do silêncio.
Eu os vejo — os membros da alcateia. Eles me olham como se eu fosse algo errado, como se eu tivesse cometido um crime apenas por existir. Alguns desviam o rosto