Ponto de vista: Mara
Meu coração batia tão forte que parecia ecoar pelos corredores da mansão. Quando Arthur me puxou pela mão dizendo que havia uma visita, não esperava nada além de mais tensão. Eu não queria ver ninguém, estava cansada de ser olhada como uma aberração. Mas, quando cheguei à sala, o ar sumiu dos meus pulmões.
— Jaqueline… — sussurrei, sem acreditar no que via.
Ela estava ali, de pé, tão viva e real que minhas pernas tremeram. Meus olhos se encheram de lágrimas antes mesmo de e