Capítulo 155
Manuela Strondda
— Me diz… o que você quer? — perguntei, inclinando levemente a cabeça, deixando o cabelo escorrer por um dos ombros. — Porque aposto que não sabe o que eu quero.
Hugo não respondeu de imediato. Os olhos desceram lentamente pelo meu corpo, demorando o suficiente para ser ofensivo… e provocador. A mandíbula se moveu antes do sorriso surgir.
— Eu não assino nada se não ver lucros, Manuela. — disse, a voz baixa, firme. — E eu sei exatamente o que você quer.