Capítulo 252
Hugo Lindström
Cheguei em casa tarde.
Estava silenciosa. Silenciosa demais. Fechei a porta devagar, foi então que ouvi um latido.
Franzi a testa.
— Sério…?
Outro latido.
Era Capone achando que mandava na casa.
O maldito cachorro apareceu no corredor como se fosse o dono da casa. O rabo abanando, o peito estufado, aquele olhar idiota de quem acha que é um lobo.
Suspirei.
— Você tá de sacanagem comigo?
Ele latiu de novo.
Coloquei a mão no coldre por reflexo.