Khandra
Eu me deixei levar pelo ritmo da música, movendo o corpo no meio da roda, mas meus olhos insistiam em voltar para o homem que comandava tudo aquilo com uma simples presença.
Pashir.
Como alguém pode ser tão perigoso… e tão absurdamente bonito ao mesmo tempo?
Passei a maior parte da minha vida entre trabalho e filhos. Rotina, responsabilidades, cansaço. Talvez por isso aquele homem tivesse passado despercebido antes. Ou talvez eu simplesmente nunca tivesse me permitido olhar.
Viyan se aproximou de mim com um sorriso malicioso, claramente se divertindo com a minha expressão.
Viyan:
— São impressionantes, não são? Do tipo que faz a calcinha esquecer o próprio nome antes mesmo de dizer “olá”.
Eu ri, negando com a cabeça.
Khandra:
— Concordo. E o Pashir… beija muito bem.
— O outro… bom, você pode descobrir sozinha.
Ela arqueou a sobrancelha, satisfeita.
Layla se aproximou logo depois, ajeitando a bolsa no ombro.
Layla:
— Eu vou para casa. Quero ficar com as crianças