Khandra
Quando atravessamos o último controle de segurança, eu finalmente entendi onde estava entrando.
Aquilo não era apenas um território poderoso — era uma fortaleza viva.
Carros blindados, homens armados posicionados com precisão, olhares atentos em cada ângulo. Nada ali parecia improvisado. Tudo era calculado, silencioso, letal.
Dubai à noite tinha muitas faces… e aquela definitivamente não era para qualquer um.
Passamos pela barreira sem que ninguém nos questionasse. O portão de uma propriedade gigantesca se abriu automaticamente, revelando uma mansão que mais parecia um palácio moderno. Luzes indiretas, arquitetura imponente, segurança em cada detalhe.
Antes mesmo de sair do carro, Pashir levou o rádio até a boca.
Pashir:
— Não quero interrupções. Nem se o inferno congelar.
A resposta veio imediata, firme, respeitosa.
— Entendido, senhor.
Ele desligou o rádio, abriu a porta para mim e estendeu a mão.
Assim que coloquei os pés para fora, senti o impacto do lugar. Luxo frio, pode