XI - NINHADA

O cheiro de sangue ainda impregnava a minha mente quando fui arrancada da cela, mas logo foi substituído pelo odor ardido de sabão ácido e ervas rústicas.

Eu estava de volta ao salão de banhos de pedra bruta. E, para o meu azar, sob o domínio das mesmas três víboras que me prepararam para a primeira noite. A mulher com o rosto de gelo, a da cicatriz na nuca e a garota dos olhos amarelos. Mas a atmosfera entre nós não era de diversão sádica como antes. Havia uma hostilidade amarga, um ressentime
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