A eletricidade ainda percorria meus músculos, queimando cada fibra, mas meu instinto gritou mais alto que a dor.
Mesmo respirando com dificuldade, meus olhos buscaram qualquer objeto que pudesse usar, então um pedaço de metal retorcido no chão brilhou por um instante sob a pouca luz e com esforço, agarrei o objeto, ignorando a pontada de dor que atravessava meu braço e peito.
—Você não devia ter feito barulho! — ele gritou, erguendo o aparelho de choque novamente.
Mas antes que pudesse