Ele estendeu a mão, puxando-me devagar pela cintura, e abraçou minha barriga, com desespero , o toque… parecia o mesmo.
Aquele calor era conhecido, jeito de encostar, tudo gritava Enzo.
Mas algo dentro de mim sussurrava o contrário.
Quando ele tentou me inclinar, recuei de súbito.
— Espera… eu ainda não...
Enzo arqueou a sobrancelha, e um meio sorriso nascendo nos lábios.
— Ainda com medo, Christine? Você sempre foi boa em duvidar de mim, não é? Sempre questionou minhas capacidade