— Cala a boca, Irma! — explodi, puxando meus pulsos com força, mas ela não soltou de imediato. — Eu não sou a minha mãe!
O eco da minha voz no corredor fez algumas pessoas olharem, mas Irma não se abalou
Pelo contrário, estreitou os olhos e falou baixo, como se cada palavra fosse um elogio
— Então vem comigo…Vamos conversar fora daqui, deixa eu ver que você não está se saindo igual a ela
respirei fundo, tentando controlar o tremor nas mãos.
Parte de mim queria mandar ela embora, dizer