Me levantei devagar, e mesmo com as pernas trêmulas, e caminhei até a cadeira onde ele estava e cada passo parecia pesado como se o chão fosse tirar minha coragem
Quando finalmente fiquei diante dele, me ajoelhei, ignorando a frieza do piso hospitalar
Eu so queria estar no nível dos olhos dele, queria que nada nos separasse.
Enzo levantou o rosto, devagar e Seus olhos estavam semicerrados, como se buscassem clareza em meio ao escuro
Por um instante, temi que não houvesse nada ali… nenhum reconhecimento.
Mas então, ele sorriu.
Um sorriso curto, mas acho que foi verdadeiro, como sempre
_Você é… a Christine? -perguntou com a voz rouca, hesitante e meus lábios tremeram
Senti o coração parar por um segundo, ele… Não reconhecia a mulher que segundo suas palavras era a mais linda da viela?
_Sim, sou eu… sou eu, Enzo -respondi, engolindo as lágrimas que ameaçavam cair de novo.
Ele piscou, me analisando como se tentasse memorizar cada traço meu pela primeira vez.
_Você é