Capítulo 218

O portão de ferro fez um barulho quando o empurrei devagar, e o eco soou alto demais para o silêncio que dominava o armazém.

Entrei de mansinho, o cheiro de poeira, ferrugem e algo que parecia mofo me fez prender a respiração por um instante.

No chão, marcas de pneus recentes denunciavam que o lugar não estava tão abandonado quanto parecia.

Mais ao fundo, entre pilhas de caixas, percebi algumas abertas, com papéis espalhado, me aproximei, peguei um maço de documentos e comecei a folhear,
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