O portão de ferro fez um barulho quando o empurrei devagar, e o eco soou alto demais para o silêncio que dominava o armazém.
Entrei de mansinho, o cheiro de poeira, ferrugem e algo que parecia mofo me fez prender a respiração por um instante.
No chão, marcas de pneus recentes denunciavam que o lugar não estava tão abandonado quanto parecia.
Mais ao fundo, entre pilhas de caixas, percebi algumas abertas, com papéis espalhado, me aproximei, peguei um maço de documentos e comecei a folhear,