O som da porta rangendo me despertou, eu estava de bruços na cama, com o rosto afundado no travesseiro, quando senti o colchão afundar e o calor do corpo de Enzo se aproximar.
Seus lábios roçaram nas minhas costas, subindo em beijos lentos até a nuca e senti um arrepio, não de desejo, mas de inquietação.
Afastei-me bruscamente, me levantando sem olhar para ele, fui até a cozinha, abri a torneira e enchi um copo de água só para ter algo entre minhas mãos que tremiam.
Enzo veio atrás, como