58. De volta à estrada.
• A caminho do templo de Ruyven.
O sol da manhã tingia os telhados da vila de um dourado suave quando retornamos à casa onde havíamos passado a noite. As sombras que nos atacaram haviam sumido sem deixar rastros, mas a memória ainda pesava sobre nós — e sobre a vila também, mesmo que seus moradores não soubessem.
Eiran nos esperava do lado de fora, com os braços cruzados e uma expressão serena, mas cansada.
— Vão mesmo partir tão cedo? — perguntou ele, inclinando levemente a cabeça.
— Si