57. Velha Malheera.
O céu ainda estava envolto por nuvens finas quando deixamos a casa. A vila acordava devagar, com poucos moradores andando entre as cabanas de pedra e madeira. O ataque da noite anterior não deixara vestígios visíveis, mas o ar permanecia estranho — como se a terra ainda sussurrasse algo que os ouvidos humanos não podiam captar.
Seguimos pela trilha indicada por Eiran, subindo uma colina estreita que serpenteava entre raízes grossas e árvores retorcidas. As folhas estalavam sob os pés, e meus d