50. Jenevive.
A alvorada em Altheya costumava ser promissora. As fontes mágicas borbulhavam com sua habitual luminosidade suave, os pássaros encantados cantavam nas copas das árvores, e o vento que soprava entre as torres da cidade carregava notas de serenidade.
Mas não naquela manhã.
A atmosfera estava pesada, e não era apenas o clima. Algo pairava sobre a cidade — algo invisível aos olhos, mas que apertava o coração com dedos frios. Eu sentia isso no ar. Como curandeira, aprendi a ouvir o silêncio, a not