Capítulo 34.
GABRIEL CLARK NARRANDO:
A porta bateu atrás de mim, e só o som já me fez sentir como se tivesse levado um soco no peito. Encostei a testa na madeira fria e fechei os olhos. A respiração ainda descompassada. O corpo… em chamas. E o coração? Esse estava em guerra com a cabeça.
Droga.
O gosto do beijo dela ainda estava na minha boca. O calor da pele, a curva do corpo, o som que ela soltou quando a encostei na bancada… Tudo. Tudo em mim gritava que era só continuar. Que era só deixá-la ali, nos meu