O silêncio que se seguiu foi ensurdecedor.
John não disse nada.
Não perguntou.
Não reagiu como alguém surpreso.
Ele apenas encarou a tela do celular com uma calma tão antinatural que me fez gelar.
— John… — minha voz saiu baixa. — Isso é…
— Eu sei o que é — respondeu, cortando-me.
Ele bloqueou a tela, colocou o celular com a tela virada para baixo sobre a mesa e respirou fundo. Uma vez. Duas. Como se estivesse segurando aquela fúria fria que eu sabia, que rugia dentro dele.
— Amanda — e