O som dos sinos da capela começava a repicar, mas dentro daquele pequeno gabinete, o tempo parecia ter parado. Heitor estava de pé, ajustando as abotoaduras, e Julian estava perto da janela, com sua câmera pendurada, observando o jardim. Eu respirei fundo, sentindo o espartilho apertar, mas o que realmente me sufocava era a verdade.
— Heitor, Julian... por favor, olhem para mim — minha voz saiu trêmula, mas urgente.
Os dois se viraram instantaneamente. O olhar de Heitor era de preocupação; o de