Eu ainda estava cuspindo aquelas palavras amargas, tentando humilhá-la para que ela me deixasse em paz na minha lama, quando ela agiu. Sem dizer uma única palavra, sem mudar a expressão de serenidade no rosto, ela deu um passo à frente, entrando no meu espaço pessoal.
Antes que eu pudesse processar, a mão dela — aquela mesma mão que queimava como brasa — envolveu o gargalo da garrafa de uísque que eu apertava contra o peito. Eu tentei segurar, tentei resistir, mas a minha coordenação era um lix