Ponto de vista de Kira
Era o meu casamento. A recepção estava maravilhosa, cheia de rostos sorridentes e promessas silenciosas. Mas algo — ou melhor, alguém — desviou minha atenção.
Em uma janela do prédio em frente ao salão, eu o vi.
Um homem, completamente coberto por bandagens, segurava uma monokatana em sua mão direita, em posição de repouso. Apenas um de seus olhos estava visível, e ele me encarava direto na alma. Um segundo depois, surgiu outro homem. Loiro, de cabelos curtos, óculos