Léo
Ana fechou a porta atrás de si e cruzou os braços, o olhar afiado como uma lâmina pronta para cortar qualquer tentativa de aproximação. Eu já esperava essa resistência, mas não pretendia recuar.
— O que uma simples empregada teria para conversar com o patrão? — ironizou, o sarcasmo escorrendo de cada sílaba.
Seu tom debochado me irritou, mas eu mantive o controle. Se ela queria transformar isso em um jogo de provocações, eu sabia jogar. Mas hoje, eu queria algo diferente. Queria que ela me