Ponto de vista do narrador
Natália ainda estava de quatro no tapete, o corpo latejando com o plug firme no ânus, a joia vermelha brilhando entre as nádegas. Cada respiração profunda fazia o metal frio se mover levemente dentro dela, enviando pequenas descargas de prazer pelo ventre.
Carlos Alberto se levantou da cama mais uma vez, os olhos escuros fixos nela com uma intensidade que a fazia tremer. Ele pegou o dildo realista da bandeja — grosso, com veias marcadas, silicone macio mas firme, cerca de vinte e cinco centímetros de comprimento.
Passou lubrificante generosamente por toda a extensão, o som viscoso ecoando no quarto silencioso.
— Agora vamos preencher você dos dois lados, minha menina — murmurou ele, ajoelhando-se atrás dela novamente. — Quero te ver cheia, sentindo tudo ao mesmo tempo.
Natália virou a cabeça para trás, os olhos vidrados de desejo e um leve receio.
— Vai caber…? — perguntou baixinho, a voz rouca.
Carlos Alberto sorriu, acariciando as costas dela com a mão li