Leo Tudor
Margoh se aproximou novamente, invadindo meu espaço, e alisou meu braço com intimidade demais para alguém que já deveria ter entendido.
— Queria te fazer companhia hoje… eu posso? perguntou, a voz carregada de intenção.
Olhei para ela, incrédulo.
Pasmem.
— Claro que não pode, senhorita Margoh respondi, seco.
Ela sorriu de canto, como se aquilo fosse um jogo. — Mas, Leo… faz tanto tempo desde aquela noite. Eu só queria matar a saudade do seu corpo.
Minha paciência chegou ao limite.