David ficou parado no meio da sala de jantar, o coração batendo tão forte que parecia querer romper o peito. O ar estava pesado, carregado do cheiro de risoto frio, vinho derramado e o leve odor metálico de pânico. Alberto estava no chão, a mão pressionando o peito, o rosto pálido como papel, a respiração curta e irregular. Vittoria gritava em italiano, o dedo trêmulo apontando para Arianna que subia as escadas com Ava no colo, o olhar dela cheio de medo e culpa.
— Isso é culpa dela! — berrou V