Diogo Lima
Saí do galpão segurando firme a pasta cheia de dinheiro. A adrenalina ainda pulsava no meu corpo, e um sorriso vitorioso brincava nos meus lábios. Nicolas achava que tinha me comprado, mas ele não fazia ideia de que eu sempre jogava para ganhar.
Entrei no carro e dirigi até o esconderijo onde Coiote estava me esperando. Ele era um dos poucos em quem eu confiava, alguém que sempre esteve ao meu lado nos piores momentos.
Assim que parei o carro, ele saiu do barraco e assoviou.
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