O silêncio da casa nunca é completo.
Mesmo agora, enquanto Elisa dorme no berço portátil ao lado do sofá e Alice está estendida no tapete com os lápis espalhados ao redor do corpo, há sempre um som: a respiração suave da bebê, o virar distraído de uma página, o tique-taque quase imperceptível do relógio na parede.
Estou sozinha… e, ao mesmo tempo, nunca estive tão acompanhada.
— Stella, quer que eu fique mais um pouco? — Marie pergunta da porta da cozinha, com o avental claro amarrado à cintura