Saí de casa com o coração batendo de um jeito estranho. Não era algo que eu tivesse obrigação de fazer, mas cresci com a ideia de que, quando alguém está vulnerável, a gente pelo menos bate na porta. Mesmo que essa pessoa seja alguém que me deixa insegura sem nem tentar. Passei na floricultura primeiro; escolhi um buquê que parecia ter sido montado por alguém que acredita em finais felizes: lírios brancos, rosas champagne, folhagens macias, um perfume leve que não enjoava. Depois comprei a c