Annie pigarreou levemente e, com um tom visivelmente desconfortável, murmurou:
— bom, o chefe... ele... alguns dias atrás, no meio da noite... ele se sentou no convés...
— Sentou no convés pra quê, Annie? Consegue dizer de uma vez? Você tá me deixando ansiosa! — disparou Amara, à beira de um colapso de curiosidade.
— Ele ficou lá a noite toda... e escreveu uma carta de amor! — Annie deixou escapar num só fôlego.
Ela nem precisava imaginar o que acontecia do outro lado da linha: o rosto de Amara