Amara permaneceu imóvel, a respiração presa na garganta. Repetiu a ameaça com a voz firme, mesmo que suas mãos estivessem trêmulas:
— Se você ousar fazer qualquer coisa com ele... eu juro que não vou deixar você sair impune.
Do outro lado da linha, a risada baixa veio carregada de provocação.
— E você não se preocupa que ele possa me machucar? — ele rebateu, com um sorriso que Amara conseguia imaginar perfeitamente — aquele que nunca alcançava os olhos, sempre perigoso.
— Ele não vai — respondeu