A campainha tocava sem parar, cortando o sono leve de Amara como se alguém estivesse batendo diretamente em sua cabeça.
Ela esticou o braço, pegou o celular e conferiu a tela iluminada.
Passava de meia-noite.
— Quem poderia estar me procurando a essa hora? — murmurou, sentindo um frio inquieto na barriga.
Ainda tonta de sono, caminhou até a porta. Ao abri-la, o que viu a deixou completamente atônita.
O corredor estava lotado.
Atores, dançarinos, técnicos de iluminação… todos espremidos, vestidos