Amara deixou que seus olhos deslizassem discretamente até o dedo anelar do homem. Nenhuma aliança. Mas o círculo de pele mais clara estava lá, marcado como uma confissão silenciosa.
Ele havia tirado o anel antes de sair de casa — e não por acaso.
— Ah, sim — respondeu, recostando-se preguiçosamente na cadeira, como se não tivesse pressa alguma.
O brilho de expectativa iluminou o rosto do homem.
— Posso me sentar?
— Claro. — O sorriso suave de Amara foi o bastante para que ele se sentisse convid