Lunareth olhou para Dihedra.
Era uma tataravó olhando para sua tataraneta.
— E agora… — disse, com um sorriso raro — esta satisfeita com a verdade
— Ok — disse ela. — que feitiço procura criança?... E a quem quer salvar?
Lunareth afastou-se por fim, respirando fundo.
— Uma serva do meu pai que é tratada como uma filha antes de mim. — disse, simplesmente.
Todos ficaram atentos, observando o que Lunareth iria dizer.
— Ok. — disse, com um sorriso tímido, mas firme. — para que serve o feitiço que