Lunareth olhou para Dihedra.
Era uma tataravó olhando para sua tataraneta.
— E agora… — disse, com um sorriso raro — esta satisfeita com a verdade
— Ok — disse ela. — que feitiço procura criança?... E a quem quer salvar?
Lunareth afastou-se por fim, respirando fundo.
— Uma serva do meu pai que é tratada como uma filha antes de mim. — disse, simplesmente.
Todos ficaram atentos, observando o que Lunareth iria dizer.
— Ok. — disse, com um sorriso tímido, mas firme. — para que serve o feitiço que procura.
Dihedra o observou com atenção profunda.
Depois respondeu.
— para quebrar o elo de senhorio para serva lycan... e tudo que vem junto com este direito de dono.
— Sopro sem rastro. — disse Lunareth. — Só ele tem o poder de quebra esse elo, por isso ele não está descrito neste grimório.
Alexander inclinou a cabeça.
— Como ela sabe, se está faltando folhas.
Dihedra ergueu a cabeça.
— como sabe disso se está faltando folhas. — disse já deduzindo a resposta.
— não isso Não é possível, e