Nastasia não respondeu. Apenas se virou e caminhou até a porta, mantendo o controle até o último passo.
Quando a porta se fechou atrás dela, Zion permaneceu imóvel por alguns segundos.
— Traga sua filha para casa. — murmurou para o vazio. — Ou perca tudo.
A boate não dormia.
Mesmo durante o dia, o lugar pulsava com energia contida — luzes baixas, cheiro de álcool antigo misturado a incenso, música suave demais para ser casual. Era ali que Nastasia mantinha seu império oficial. Não reconhecido.