Mundo ficciónIniciar sesiónDicen por ahí que lo prohibido es lo más ansiado. Maximiliano Smith es un lobo que ha buscado por siglos a su mate. Pronto estará recibirá el cargo como alfa de su mana pero mientras eso sucede disfrutar ser el presidente de la empresa que tiene en sociedad con su mejor amigo Andrés Jones. Todo va y transcurre en normalidad, hasta esa noche que su mejor amigo le presenta a su novia con la cual lleva un año de relación. Maximiliano no solo descubre que Mia lo atrae de una manera inimaginable, si no que la mujer de su mejor amigo es su mate. Mia siente desde el primer momento atracción por el mejor amigo de su novio, pero sabe que la relación no puede ser, es prohibida pero el esfuerzo es inútil y con eso, caerán en tentación, desatando una serie de eventos desafortunados para todos.
Leer másLúcia Mendes
As portas do elevador se abriram com um tinido agudo, me arrancando um suspiro nervoso. Apertei as pastas contra o peito com um braço enquanto equilibrava dois cafés na outra mão.
Merda, eu estava atrasada. Eduardo ficaria furioso.
Saí apressada, desviando por pouco de um estagiário que quase me derrubou.
"Cuidado, senhorita Mendes!"
"Desculpa, Ben!" falei de volta, sem nem olhar pra trás.
Um dos analistas tentou me interceptar, sorrindo meio sem graça. "Lúcia, posso falar rapidinho sobre..."
"Depois! Estou atrasada!" cortei com um sorriso tenso e balancei a pasta, sinalizando que não tinha nem uma mão livre pra discutir qualquer coisa.
Fui em direção ao corredor executivo sem parar para respirar. Meu coração martelava, o suor começava a se acumular na base do pescoço. As reuniões estavam para começar e eu precisava da assinatura dele agora.
Três mensagens não lidas. Duas ligações ignoradas.
Mordi o lábio. O celular vibrou no bolso, mas não tive coragem de olhar.
"Merda, Eduardo," murmurei, quase num grunhido, empurrando a porta dupla que dava para o hall das salas de diretoria.
Vi o nome dele reluzindo em placa metálica.
Respirei fundo. Equilibrei melhor as pastas e os cafés. Tinha que ser rápida. Tinha que manter a compostura.
Empurrei a porta sem bater, já me preparando pra sua reclamação sobre o atraso.
"Eduardo, eu PRECISO que você assine esses relat..."
Minha voz morreu na garganta.
O mundo parou.
Célia, sua assistente, estava sentada na beira da mesa dele, as pernas cruzadas de forma obscena. O vestido subindo perigosamente, o sorriso pintado de veneno.
Eduardo... meu Eduardo, inclinando-se sobre ela. Os dedos passeando pela cintura dela como se fosse a coisa mais natural do mundo. Ele riu baixo, íntimo, os lábios encostando no pescoço dela, deixando um beijo leve, demorado.
O som me atingiu como uma facada.
Os copos de café tremeram na minha mão antes de escorregar, tombando no chão com um estrondo surdo. O líquido se espalhou entre as pastas que se abriram como um leque, papéis se arrastando no piso.
Eduardo se afastou dela sem pressa, como se tivesse sido apenas levemente incomodado. Seus olhos encontraram os meus.
Célia ajeitou o vestido, o sorriso venenoso brilhando nos lábios vermelhos.
"Lúcia?" Eduardo arqueou uma sobrancelha. "Não é o que você está pensando..."
As palavras me atingiram como um soco. Minha garganta fechou. O gosto amargo subiu pela boca. As mãos tremiam.
Meus joelhos quase cederam, mas consegui dar um passo à frente."O que... o que você está fazendo com ela, Eduardo? Como não é o que eu estou pensando?"
Célia riu. Um som afiado, que ecoou na sala.
"Nossa, Lúcia, que cena ridícula." Ela desceu da mesa, os saltos clicando com precisão, e parou a poucos centímetros de mim.
"Entrando assim na sala de um diretor, com essa voz esganiçada... Precisa ter mais modos...""Ele é meu namorado! Tenho todo o direito de..."
Mas não consegui terminar. A risada dela soou alta, escandalosa.
"Namorado? Ah, querida, que ilusão. Você realmente acreditou nisso?
Eduardo e eu... bem... faz mais de um ano que estamos juntos. Nunca percebeu? Ele te usou como isca pra acalmar os diretores, só isso. Nunca foi você."Seus olhos brilhavam de puro veneno. O mesmo que sempre vi nos anos em que cursamos faculdade juntas. Ela sempre tentou me diminuir, sempre tentou conquistar o que era meu, mas ali... ali eu tinha triunfado como vice-diretora de Relações Públicas. Então ela me deu um bote diferente.
"Você achou mesmo que ele te queria?"
Eu me virei para Eduardo, o peito arfando.
"Isso é verdade, Eduardo...?" eu disse, a voz rasgando. "Você disse que me amava. Que queria uma família. Você me chamou para morar com você, seu cretino!"
Ele soltou um suspiro, desistindo do papel de namorado arrependido. Como se eu fosse uma criança fazendo birra.
"Lúcia, por favor. Não aumente ainda mais esse show.
Fui... gentil com você. Fiz o que pude, mas já estava cansado de me enganar." Um sorriso torceu seus lábios. "Você não é de se jogar fora, mas não é pra mim. Célia tem razão, só te usei para acalmar a Diretoria. Seu trabalho sempre foi bem feito. E eu sempre quero ter o melhor para mim.""Seu maldito, filho da puta."
"Não seja cínica, sei que também me usou. Quer o cargo de diretora de Relações Públicas. Eu poderia até ter te indicado, mas com esse show que você provocou, a única coisa que posso fazer é tentar que você não seja demitida."
A sala girou. Minha visão embaçou com lágrimas que eu me recusava a deixar cair.
"Você é um monstro," sussurrei, o peito queimando.
Dei um passo à frente, os punhos cerrados, o ódio me cegando.
Célia estava ali, sorrindo. O rosto perfeito implorando por um tapa.Avancei contra ela, o braço erguido, mas Eduardo foi mais rápido. Agarrou meu pulso e me empurrou com força contra a parede.
"Chega, Lúcia," ele rosnou, o olhar duro. "Você está se humilhando."
O impacto tirou o ar dos meus pulmões. Pontos pretos dançaram na minha visão.
Mas eu não ia deixar assim.
"Solta. A porra. Do meu braço!" rosnei, me debatendo, o corpo inteiro em tensão.
Ele me largou de súbito, como se eu fosse algo sujo.
Cambaleei, mas me mantive de pé.
O peito arfando. As lágrimas ardendo.Célia riu, agora mais alto, chamando a atenção do corredor.
Colegas se aglomeraram na porta. Sussurros. Risos abafados. Celulares prontos para registrar minha humilhação.
"Ela surtou," ouvi alguém dizer.
"Só ela não sabia do caso dos dois?"Célia se aproximou, o salto agulha roçando meu pé, como uma ameaça.
"Você nunca esteve no jogo, querida," sussurrou, o veneno pingando.
"Agora? Todo mundo sabe. Você é uma piada. Uma vadia amante de algo que sempre foi meu."Minhas pernas tremiam. Mas o queixo estava erguido. Os olhos cravados nos dela.
"Você vai se arrepender disso," murmurei, a voz rouca.
Ela riu e saiu com Eduardo, os braços entrelaçados, como se fossem donos do mundo.
"Vamos para nossa reunião, querido. Depois lidamos com essa... oportunista."
O corredor se esvaziou, mas os ecos das risadas ficaram.
Voltei para minha sala. Cada passo, um esforço para não desabar.
Tranquei a porta e me soltei na cadeira, o rosto encharcado de lágrimas.
Pensei em pedir demissão. Sumir. Mas não.A vaga de diretora de RP... estava tão perto. Anos de esforço. Não ia entregar de bandeja.
O computador piscou, tirando-me do torpor.
Um anúncio surgiu zombando do meu estado:"Acompanhantes de luxo. Discrição. Profissionalismo. Eventos sociais e festas corporativas."
Meus olhos grudaram nas palavras.
A festa anual para investidores seria em três semanas.
O ninho de cobras onde Célia reinava.
Onde eu seria massacrada... se aparecesse sozinha.Não.
Não dessa vez.Peguei o celular, as mãos ainda trêmulas.
Disquei. A linha chamou uma, duas vezes.
Quando atenderam, minha voz saiu firme, cortante como lâmina:
"Quero um acompanhante."
Respirei fundo
"Não um qualquer. Quero um homem que entre comigo e faça todos se calarem. O mais bonito. O mais elegante. O mais caro que você tiver. Para uma festa de gala.”
MIAMe rehusé en ir, pero no podía hacer nada, Maximiliano era mi jefe y tenía que asistir con el a Italia. Por un momento pensé que no tenia nada que ver con el tema de trabajo, pero realmente es así, tienen un evento donde presentaran el vino en Paris y todo esta listo, solo tiene que asistir.Pero llevamos dos días aquí donde se ha limitado a sus reuniones y cuando termina me deja el dia libre donde aproveche para visitar varios lugares turísticos, me ha dado mi espacio y eso lo agradezco, pero me daba rabia porque por otra parte y sin entenderme, no quería que se mantuviera lejos de mi.No me entiendo y eso me esta generando mucha ansiedad porque odio sentirme de esta manera, atraída, deseosa, y que no lo puedo sacar de mi cabeza.Hoy es la presentación y aunque no quería, me pidió amablemente que lo acompañara, acepte porque era un evento grande del cual quería disfrutar.—Si me estoy alistando—hablaba con mi mejor amiga—tengo que asistir quiera o no a la reunión, todo esta listo
MIANo se que estaba pagando, pero ya no me estaba gustando para nada que el destino fuera tan cruel conmigo,—Que mal estoy pagando—dije mirándolo mal—¿Qué haces tu aquí?—¿Disculpa? —era Maximiliano sin ninguna duda, sin embargo me miraba de una manera como si yo fuera una completa extraña—No te hagas el idiota que ya me estas asustando, que es lo que quieres, ¿qué hace aquí?Lo peor de todo es que bramé con ironía mientras él me miraba como si yo estuviera completamente loca. Cosas de ese tipo era lo que me confundía profundamente pero lo deje a un lado.—No sé de lo que me estás hablando, y además es un parque, así que es libre y tanto yo, como cualquier otra persona, puede usarlo y muy mal por ti si te incomoda.Era un grosero pero lo que no podía ocultar y negar era que fuera como vistiera, se veía aterradoramente atractivo.Estúpido, lo odiaba.No sabía que me pasaba pero eso que estaba sintiendo no era algo que debía sentir, estaba muy mal, sin embargo no lo podía controlar.
MIANo fue mi mejor reacción, sin embargo es la que tengo al momento de ver que con descaro me presenta ante su sobrino. Fue un completo error confiar en el y me arrepiento por eso. Sali con lagrimas en los ojos, atravesando la puerta pero rápido me alcanzo, tomándome de los brazos.—Mia—no me soltó por mas que me removía—¿Qué pasa contigo?—¿Qué pretende? —le pregunte con un nudo en la garganta—¿humillarme?—¿Por qué haría eso? —me dijo y me parecía que ya era muy cinico—¿explícame por favor porque no estoy entendiendo nada?Yo tampoco su actitud y esa forma que tenia de mirarme y hacerme temblar.—No suéltame.—Mia, solo quiero que le enseñes a mi sobrino que necesita de clases extras—explico—nada más, no entiendo porque te pones de esa manera conmigo.—Cínico, no se si se hace el estúpido o quiere burlarse de mí, pero sea lo que sea, no voy a permitir que se burle de mí.Le dije buscando como salir de su mansión.—Espera, yo te llevo a la tu casa.—No es necesario—replique.—Si, si
MAXIMILIANO—No puedo creer lo que estás diciéndome—hablábamos papa, mamá y yo.Tenía que venir, no me gustaba predisponerlos, pero era algo que evidentemente no podíamos pasarlo por alto.—Pues si papa, los desertores querían matarme porque quieren que Máximo suba al poder y no me quieren a mi porque según ellos, seguiría cumpliendo con el tratado.—Máximo, no creo que esté de acuerdo con algo como eso.Mamá se negaba y yo también. Conocía perfectamente a mi hermano para pensar que no era capaz de atentar con su propia familia pero la ambición a veces nos ciega, eso es seguro.—Necesito hablar con el—pidió papa.—Hijo, ¿tú sabes dónde esta?—pregunto mamá pero no podía decirle sobre el negocio que maneja Máximo.—Intentaré buscarlo porque también quiero hablar con el—le dije—no quiero que se alarmen, no le hagan, pero es para tener cuidado, con tu hermana y con mi sobrino.—Nosotros porque—llega mi hermana Teres, con mi sobrinito.—Tio—el pequeño tiene siete años y lo abrazo con fuerz





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