Caminhei pelos corredores do palácio em passos largos, firmes, sentindo a raiva pulsar em cada veia do meu corpo. O som do meu calçado ecoava contra o mármore polido, mas ninguém ousava cruzar meu caminho.
Os servos permaneciam cabisbaixos, imóveis, como se minha presença fosse uma tempestade anunciada. Nenhum deles se atreveu a perguntar algo, e aquilo era bom. Eu não estava disposto a explicar nada.
Empurrei a porta da suíte conjugal e a fechei atrás de mim com força suficiente para fazer o