A noite foi interminável. Cada hora parecia durar uma eternidade, e eu me virava na cama sem conseguir encontrar descanso.
O choro não parava, soluços curtos e desesperados escapavam do meu peito, e cada vez que me deitava, o peso da situação parecia me esmagar ainda mais.
Minha mente girava em círculos, o Sheik, o acordo, a minha mãe, tudo se misturava numa confusão que me deixava exausta e sem ar.
Quando o primeiro raio de sol passou pelas cortinas pesadas, senti que precisava me mover. Cada