O dia começou com um vento frio que fazia as lonas balançarem como velas no convés de um navio. Quando acordei, June já estava sentada no chão do alojamento, amarrando os cadarços das botas com uma calma que eu invejava.
— Dormiu bem? — perguntei, a voz ainda rouca.
— Melhor do que esperava — respondeu. — E você? Sobreviveu ao seu primeiro dia de professora de guerra?
Eu ri, mesmo sentindo o estômago dar aquele nó conhecido.
— Foi estranho — confessei. — Mas… bom. Eu não lembrava que podia ser