O pátio estava cheio de caixas empilhadas quando saímos do alojamento. Deborah tinha nos acordado batendo na porta com a concha de servir sopa — um alarme improvisado que, pelo menos, tinha mais delicadeza que as sirenes de Belle Rive.
“Hoje vocês duas vão ajudar no carregamento,” anunciou, assim que abrimos a porta.
“Carregar caixas parece ser meu destino,” murmurou June, esfregando os olhos.
Eu sorri, sentindo que aquela reclamação era mais costume que queixa real. Depois de tantos dias ali,