Na fachada do prédio, as palavras imponentes “Força Militar, Força Empresarial, Prosperidade ao Povo” estavam gravadas com tamanha precisão e grandeza que um misto de respeito e admiração tomou conta de mim. Sentia uma reverência crescente, quase como se algo maior estivesse me observando.
Quando o carro se aproximou da entrada, avistei alguém já me esperando. Reconheci o homem imediatamente. Ele era o mesmo que, da última vez no Condomínio Florensa, havia se aproximado de Jean para avisá-lo que