O mundo inteiro pareceu mergulhar em silêncio. Não havia som algum. Ainda assim, Karen conseguia ouvir as próprias batidas do coração que eram fortes, irregulares, quase desesperadas dentro do peito.
“Karen…” A voz da senhora Malcolm tremeu. “Você… você me perdoa?”
“Perdoar?” Karen repetiu a palavra soando vazia, sem forma, como se não lhe pertencesse.
“Por tudo.” As lágrimas começaram a escorrer sem controle pelo rosto marcado da freira. “Por cada mentira. Por cada segredo guardado.”
Karen ten