Karen ficou apavorada, mas não por ela, mas pelo filho que carregava na barriga. Instintivamente, sua mão livre foi para o ventre em gesto protetor.
"Peter, fique calmo," disse ela, forçando a voz a sair firme apesar do terror.
Ele riu, mas sem humor, o som era carregado de desespero e raiva.
"Meu pai está preso. Minha mãe foi embora. E eu estou sem dinheiro, sem casa, sem nada." Apertou a arma com mais força contra as costas dela. "Como posso ficar calmo?"
"Vamos conversar," Karen tentou, o cé