- Eu quero! - ela gritou, seu corpo já à beira do precipício. A sensação era avassaladora, a combinação da boca e dos dedos dele criando uma tempestade sensorial que ela não tinha como controlar. - Por favor, Samuel... eu vou...
Ele levantou o rosto, seus lábios e queixo brilhando com a umidade dela. Seus olhos eram fendas escuras de pura luxúria.
- Vai o quê? - ele ordenou, seus dedos curvando-se dentro dela, encontrando um ponto que fez seu corpo estremecer violentamente. - Fala.
- Eu vou goz