O eco das botas de Cedrik na escadaria de pedra era o único aviso antes que a porta de ferro da sala de interrogatório fosse aberta. Diferente da cela úmida onde Freya passara as últimas horas, este espaço era amplo, iluminado por braseiros que projetavam sombras alongadas e trêmulas contra as paredes decoradas com brasões de armas antigas. No centro, uma cadeira de madeira pesada aguardava, flanqueada por correntes que pendiam do teto. Cedrik entrou com a crina de seus instintos eriçada, senti