Matteo Vitorino
O silêncio da madrugada na mansão Mancini era profundo, interrompido apenas pelo som rítmico da respiração de Bella contra o meu peito. O quarto ainda guardava o calor do nosso encontro, um rastro de perfume, suor e a entrega absoluta que só acontece quando dois corpos se reconhecem como portos seguros. Eu a mantinha possessivamente perto, meus dedos traçando caminhos preguiçosos pela curva do seu quadril, sentindo a textura acetinada da sua pele sob o luar que filtrava pelas