Rocco Mancini
Eu estava parado no topo da escadaria de mármore, as sombras da madrugada projetando silhuetas longas e austeras contra as paredes da mansão. O som do motor do utilitário aproximando-se da entrada lateral não foi uma surpresa; eu o esperava há exatas três horas. Quando a porta se abriu e os três tropeçaram para dentro sujos, cheios de fuligem e exalando o cheiro metálico de fumaça e adrenalina. Eu não precisei de relatórios para saber o que tinha acontecido.
— Para o escritório.