Rocco Mancini
O escritório de carvalho escuro estava inundado pela luz âmbar do entardecer das colinas a minha frente, mas a claridade lá fora não chegava a dissipar a névoa de seriedade que sempre parecia habitar este cômodo. Eu estava de pé, diante da janela, observando o movimento lá embaixo. Os relatórios sobre a minha mesa contavam uma história de triunfo que poucos ousariam prever meses atrás. Era quase um ato de loucura, mas segui me coração e agora estava vendo os tesouros por ver o melhor para a minha família.
Os negócios legítimos — a frota de logística, as exportações de azeite e os novos empreendimentos imobiliários na costa — estavam florescendo como nunca antes. Sem a drenagem financeira que a traição de Marco e a ganância de Lorenzo causavam, o capital da família Mancini estava se expandindo como nunca. Meu pai também tinha o pensamento limitado, comigo assumindo o controle de tudo, os negócios estão começando a florescer como deveriam.
Eu tinha cortado a podridão e,