POV Sophia Sinclair
O bar era um organismo vivo. Cada luz piscando era um batimento cardíaco, cada música alta era um pulmão ofegante. E eu… eu era um vírus nesse corpo, me espalhando, me perdendo, me esquecendo.
Izzy me puxava de um lado para o outro.
— Bebe, porra! — Ela gritou, empurrando um shot na minha mão.
— Eu já bebi demais! — Eu ria, mas o copo já estava na boca.
O álcool queimava, mas era um fogo bom. Um fogo que me fazia esquecer as mãos brutas, os dentes no meu pescoço, o cheiro de