O ar salgado da manhã de Flecheiras parecia ter um quê especial naquele dia era folga de Ana. Com o coração leve e uma expectativa renovada, ela se dirigiu ao endereço que a imobiliária lhe passara. Não era uma mansão, nem precisava ser. Ana buscava um recomeço, e para isso, um lar que fosse seu, em todos os sentidos, era o bastante.
Ao ver a casa, um sorriso se abriu em seu rosto. Era pequena, mas exalava aconchego, com uma pintura em tons de azul-claro que parecia se misturar ao céu. O jardim