Na manhã seguinte, Isadora chegou cedo ao escritório. Tão cedo que até o segurança do prédio a cumprimentou com um bocejo.
Estava decidida: aquele seria um dia produtivo. Nada de olhares atravessados, mensagens ambíguas ou suspiros secretos por CEOs de expressão sisuda e presença desestabilizante. Hoje, ela dominaria planilhas, agendas, relatórios e, quem sabe, a si mesma.
Mal havia se acomodado, o telefone tocou.
— Srta. Mendes — a voz de Lorenzo soava menos cortante do que de costume —, traga